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Definição equivocada das áreas e pessoas responsáveis pelos registros

Os maiores erros cometidos no Siscoserv: Definição equivocada das áreas e pessoas responsáveis pelos registros – Post 1 de 9

Neste primeiro vídeo da série, vamos tratar sobre um erro comum das empresas, que é a definição equivocada dos responsáveis pelos registros no SISCOSERV.

Seja muito bem-vindo a este conteúdo exclusivo, onde vamos esclarecer sobre os maiores erros cometidos no SISCOSERV, e,  como atribuir, a cada um, a solução mais segura e correta.

Muitas vezes, algumas empresas acabam incorrendo na definição equivocada dos responsáveis pelos registros no SISCOSERV.

Isso por ocorrer por puro desconhecimento da amplitude dos impacto e relevância do SISCOSERV em seu cotidiano.

Tudo depende, evidentemente, de qual a ótica que os órgãos gestores da empresa atribuem ao SISCOSERV.

Em alguns casos, os registros de SISCOSERV, muitas vezes, podem ficar “resumidos” às operações de pagamentos e recebimentos, bem como aos contratos de câmbio respectivos a elas, tornando-se responsabilidade da área financeira da empresa.

Em outros casos, o SISCOSERV é tratado como obrigação fiscal, sendo atribuído à área fiscal, contábil ou de controladoria.

Por ser um sistema, os registros poderão ser relegados à área de TI, bem como, por tratar principalmente de fretes internacionais, para a área de Comércio Exterior.

E assim por diante.

Demonstraremos, nesta série, a importância da conscientização dos diretores das empresas, a respeito do alcance e relevância do SISCOSERV em diversas áreas e operações das empresas – não podendo, portanto, ser visto por um só prisma, seja ele qual for.

Definição equivocada dos responsáveis pelos registros no SISCOSERV

Como já dissemos, é comum vermos o SISCOSERV sendo relegado à áreas isoladas das empresas, mormente aquelas que os diretores acreditam ser a única responsável pelos registros.

Entretanto, o SISCOSERV é uma obrigação acessória que gera efeitos bem mais amplos.

Isso porque, normalmente, diversas áreas mantém relações contratuais com fornecedores ou compradores estrangeiros.

Nestas condições, qualquer atribuição isolada pode estar equivocada, pois acaba ignorando outras áreas da empresa que podem possuir relevância ao SISCOSERV.

Ainda pior: o SISCOSERV pode ser responsabilidade de um só colaborador, que, em alguns casos, não possui contato direto, informações ou visão sistêmica da empresa.

Esse analista pode não ter as ferramentas para identificar situações sujeitas a registro no SISCOSERV, seja por:

  • não saber que elas existem;
  • desconhecer algumas particularidades delas;
  • não ser especializado na área.

Portanto, as empresas correm o risco de desprezar registros, ou efetuá-los com erros e omissões, no SISCOSERV.

Nossa solução

Para evitar esse cenário, as empresas devem fazer uma análise prévia das operações da empresa, sempre de forma sistêmica, identificando:

  • quais operações, de cada área, são passíveis de registro;
  • quais são os responsáveis por essas operações;
  • como ocorre o fluxo de informação dessas operações, e;
  • quais os documentos e informações que devem ser obtidas para efetuar os registros.

Clique aqui e saiba mais sobre como a WTM DO BRASIL pode ajudá-lo a efetuar essa análise prévia, sempre através de nossos especialistas.

Oferecemos uma série de 9 vídeos sobre os erros relacionados ao SISCOSERV.

Veja a playlist no YouTube com todos os vídeos da Série.

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