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Siscoserv: Falta de informações no ERP e sistemas corporativos

Série Desafios do Siscoserv: Falta de informações no ERP e sistemas corporativos – Post 8 de 9

Os Desafios do Siscoserv:  Falta de informações no ERP e sistemas corporativos

A seguir, o que você irá encontrar no post Siscoserv: Falta de informações no ERP e sistemas corporativos”: Uma das grandes dificuldades que as pessoas que fazem os seus registros no Siscoserv estão enfrentando dentro das suas empresas é obter informações nos sistemas corporativos da empresa. No post “Siscoserv: Falta de informações no ERP e sistemas corporativos”, iremos lhe ajudar a reverter esta situação.

Este que será o tema do nosso post de hoje, “Desafios do Siscoserv: Falta de informações no ERP e sistemas corporativos”

Por que?

Mesmo que esses sistemas sejam grandes ferramentas como SAP, Oracle, Totvs, Microsoft ou vários outros sistemas corporativos, é comum que eles ainda não estejam plenamente adaptados às exigências que o Siscoserv trouxe.

O NIF é um bom exemplo nesse caso. Alguns já tem, outros ainda não tem , e mesmo quando tem não há uma validação mais profunda quanto à:

  • Quantidade de campos;
  • Quantidade de casas.
  • Regras de preenchimento como o CNPJ possui – se você lança o número incorreto o sistema identifica de imediato que não está correto impossibilitando o registro de ser feito.

Normalmente os sistemas não identificam como se chama o NIF em casa país, pois o nome costuma ser muito diferente de um país para o outro.

Esses sistemas também não tem um cadastro de serviços adequado para o Siscoserv que preveja:

  • A NBS do serviço ou do intangível;
  • O modo de prestação;
  • Se há ou não o uso de mecanismos de apoio;
  • Qual a tributação envolvida;
  • Quando e se houve redução dessa tributação;
  • Qual o fato gerador que identifica o início e o fim da prestação daquele serviço.

Fazendo com que os sistemas corporativos não resolvam o problema das empresas.

Não é raro as pessoas nos procurarem perguntando se temos um sistema para Siscoserv que possibilite a integração com o sistema que a empresa já possui.

Nós normalmente dizemos que “sim, nós temos um sistema para integrar com o seu, e nós estamos preparados para essa integração, mas será que o seu sistema está preparado para integrar com o nosso?”.

Para mandar os registros do Siscoserv nós precisamos saber informações como:

  • NIF;
  • NBS;
  • Modo de prestação;
  • Enquadramento;
  • Data de início e fim do serviço.

E, muitas vezes, o sistema corporativo das empresas não tem esses dados para nos enviar.

Na maioria dos casos, o sistema corporativo sequer controla ou as pessoas sequer informam as transações e serviços no sistema corporativo.

Como ele é muito informal, muitas vezes entra no sistema apenas na hora de fazer o pagamento. No Siscoserv, esse momento é o chamado “RP – Registro de Pagamento”. Antes de possuir um Registro de Pagamento tem que haver um Registro de Aquisição.

O Registro da Aquisição, ou registro da venda, deve existir a partir do momento que o serviço começou a ser prestado. Esse geralmente não é objeto de controle.

Exemplo:

Você comprou um móvel ou máquina para o seu escritório. Normalmente, o serviço de montagem desse equipamento tem uma data de início. É justamente esta data de início que conta para fins de registro no Siscoserv.

Se você não controlar a data de inicio de prestação do serviço não conseguirá controlar ou cumprir o prazo.

Se você deixar para lançar o registro no Siscoserv apenas no momento do pagamento, pode ser que aquele profissional que veio do exterior prestar o serviço de montagem fique um bom tempo aqui, vá para outro país, demore a retornar à sua sede e só quando voltar prestará contas das despesas que teve, dos serviços que prestou.

Em seguida, enviará a fatura e pouco tempo depois paga. Dias depois chegará a contabilidade da empresa, interna ou externa – que muitas vezes é para quem está sendo entregue a obrigação do registro – e já se passou muito tempo do início da prestação.

Então muito cuidado ao definir:

  •  Quem vai efetuar o registro;
  • A partir de qual informação vai efetuar.

É comum essas informações não estarem à disposição – seja da área contábil, financeira ou até mesmo da área que toma os serviços – nos sistemas corporativos das empresas. Nesse caso é necessário:

  • Buscar uma solução que traga esse controle dos serviços para dentro da sua empresa;
  • Ou adaptar o seu sistema corporativo para que ele absorva essas transações no momento em que elas ocorrem, no momento do fato gerador que é o início da prestação do serviço.

Nesse momento já deve-se criar os campos necessários na sua ferramenta corporativa. Isto serve para que haja controle e possibilita, posteriormente, entregar os dados completos, seja diretamente no Siscoserv ou para um sistema intermediário que vai gerar os lotes e transmitir para o sistema do governo.

Esperamos que o post “Siscoserv: Falta de informações no ERP e sistemas corporativos” tenha lhe ajudado! Se você precisar de ajuda para adaptar o seu sistema, criar os campos, para definir em qual tela, qual tabela, em qual momento criar cada campo, qual regra criar a partir de cada campo, de onde buscar outra informação para cruzar, como gerar a informação para mandar diretamente para o sistema do governo ou para mandar para um sistema intermediário, que pode ser o nosso ou o de qualquer outra empresa, se precisar dessa ajuda para fazer este projeto e adaptar o seu sistema corporativo nós também estaremos à disposição para ajudá-lo.

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